BRASIL SEM CIDADANIA.
Um país tem como elemento mais valioso, o cidadão. O cidadão para ser respeitado e conceituado como tal precisa assim ser conscientizado desde pequenino. O país que não forma cidadão, cria gente. Gente pode ser boa e pode ser má, e até muito má! Gente é qualquer vulto que se movimenta para lá e para cá, e pode ser vista independentemente de estado de vidência. Já o estado de cidadania mesmo não sendo visto ele é notadamente percebido. Isso tudo fica muito perceptível quando ouvimos pessoas falarem de política, é aí, que percebemos estarmos diante de um cidadão muito escasso entre nós brasileiros ou, de gente graúda, miúda ou simplesmente gentinha no pior entendimento possível. Qualquer pessoa de médio esclarecimento sabe que todos os problemas de uma nação podem ser resolvidos através da educação. Quando você convida pessoas para participarem ativamente do processo político de nosso país, da vontade de largar tudo embrenhar no mata e ficar por lá para não morrer de vergonha. Lamentavelmente as nossas escolas e os nossos professores não têm se preocupados em formar cidadão. Não se preocupando em medir palavras poderíamos dizer, as nossas escolas são caras demais mesmo quando "gratuitas" e, os nossos professores são "os mais bem valorizados do mundo". Você não entendeu ou não gostou, fale sobre política com um advogado, com um professor e tire suas conclusões. Há poucos dias procurei por diversas pessoas convidando-as para se filiarem a uma legenda política e, garantir assim, a reserva do direito de concorrer nas próximas eleições municipais. Falei com advogados, comerciantes, empresários, jornaleiros e etc. Deixei material com no mínimo razoável poder de persuasão para ser analisado num momento mais oportuno e quem sabe, poder auxiliar na decisão. Resultado, um desastre. Entendo desesperador para um país ter uma classe de advogados e de professores analfabetos políticos. Aí vem a implicância, como um professor analfabeto político pode ensinar cidadania aos seus alunos? Alguém pode se defender dizendo que tal matéria não faz parte do currículo escolar e, tal argumento já seria sinal de insensibilidade para não dizer outra coisa. O professor que não se ache no dever de ensinar cidadania independentemente de sua especialidade, é um inimigo da sociedade e, ganha muito para prejudicá-la como vem acontecendo. Os advogados poderiam em defesa própria argumentarem que são analfabetos políticos porque não tiveram essa matéria nos diferentes graus de escolaridade más, à estes negamos qualquer complacência por inadmissibilidade e, esperamos que a OAB faça com urgência em seu exame de ordem, a inclusão de conhecimentos sobre política. As entidades que representam seguimentos da sociedade precisam com urgência inserir em suas atividades assistenciais, o auxilio para resgatar a verdadeira cidadania entre nós brasileiros. Há necessidade de se empenhar para fazer o brasileiro entender que nós ainda não sabemos o que seja fazer política, porque aprendemos cedo e erradamente que política é sinônimo de roubalheira, isto é, apropriação e desvio de verbas públicas, corrupção e mais corrupção quando na verdade o certo seria entender que se trata do gerenciamento das coisas públicas. As pessoas competentes e criativas não precisam da política para ganhar a vida e, para isso se tornam empreendedores e profissionais altamente qualificados, já os incompetentes vão para a política porque aí não precisam provar qualificação nenhuma bastando- lhes armação e embromação. Não pensem que sentimos como se incorporasse o espírito de Cristovão Colombo más, sim, do profeta Jeremias diante de tanta falta de luz no fim do túnel. Esperamos que a Internet possa nos salvar como já fez no Egito, Síria e outros países. Hoje já percebemos um aumento de pessoas preocupadas com o rumo das coisas e, várias páginas on-line que se dedicam a conscientização de massa para a necessidade de mudanças de atitudes.
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