segunda-feira, 18 de julho de 2011
AS GAMBIARRAS DA FÉ.
últimos tempos temos observado o surgimento de sinais de comprometimento mental em pessoas gananciosas. Temos notado que pessoas procuram por essa ou aquela “corrente religiosa” seguindo instinto por grandes somas de dinheiro. Quando encontram alguém que lhes garante multiplicar por cem, mil, um milhão de vezes as suas doações endoidam de vez. Já há pessoas com a capacidade de discernimento das coisas tão comprometida que, perderam por completo as condições de diálogo do dia-a-dia. Ouviram o “pastor” dizer que, Deus fez o homem para ser rico, para ter muito dinheiro e resolveram levar a sério essas supostas afirmações. Aliada a essas teorias e acreditando na possibilidade de concretizá-las, a gana por riqueza tem levado pessoas assim, a buscar recursos mais palpáveis como o ânimo do estado de espírito positivista. Frequentando palestras sobre o estado positivista, já há pessoas usando esses ensinamentos trinta horas por dia, pior ainda, tentando fazer lavagem cerebral em pessoas próximas principalmente às subordinadas a elas por relação de trabalho ou de necessidades. São pessoas que não conseguem mais dialogar com ninguém, se bitolaram a pensar de forma positivista o tempo todo, são incapazes de falar sobre esporte, política ou outro assunto qualquer. Síndrome da fé, ou, de outra coisa qualquer, más, com certeza, sinal de desarranjo mental. Ainda mais grave é o fato de dono de imobiliária, por exemplo, usar o tempo ocioso pela falta de clientes para se dirigir aos corretores com discursos sempre positivistas. São histórias e mais histórias de exemplos de reversão de expectativas, nas quais, pequenos grupos de soldados são capazes de vencer verdadeiros exércitos adversários. Falta realismo, racionalidade e sobra fé de crenças doentias por manipulações dirigidas no sentido do se dar bem do manipulador. Tudo isso é feito em nome da liberdade de religiosidade e, é bastante preocupante. Se é verdade que há lideres religiosos pregando a busca de riquezas a qualquer custo, passando por cima de pessoas necessitadas, temos em tese já na origem ação de engodo que pode ir até ao estelionato e no pólo executivo a cumplicidade. Queremos acreditar na possibilidade de equívocos por parte desses fiéis e, não na deliberação de falsos lideres, de qualquer modo, o nosso embora fragilizado Estado, tem a obrigação de averigua o que anda acontecendo nos templos que estão convertendo fieis em candidatos a milionários. Se for verdade tudo o que suspeitamos, esses falsos “pastores” estará deteriorando a qualidade do ser humano e, isso não é uma faculdade da democracia, mas sim, atentados coletivos e, isso precisa ser investigado, divulgado e considerado sob todos os aspectos das regras jurídicas e sociais. Talvez em razão de tudo isso, passamos a entender melhor as dificuldades e restrições que nações como a dos Estados Unidos da América e outras igualmente desenvolvidas, impõe à certas “igrejas” tão livres entre nós, é bem verdade que elas são nações e o nosso espaço territorial apenas país, de todos, é verdade, más só país. A nossa falta de “status” de nação é bem merecida, depois da aprovação pelo congresso nacional do calote institucional EC. nº 62 de 09/12/2009. Grato, abraços. Cândido.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário