Mais um jovem turista foi vítima da violência no calçadão da Orla de Praia Grande-SP. Desta feita o latrocínio aconteceu ás 11,30 horas do 25/06/2011, no bairro do Boqueirão entre os quiosques 08 e 09. A vítima um jovem cheio de esperanças e dedicado ao seu preparo para o futuro. Saiu de São Miguel Paulista Capital para a praia e para onde retornou sem vida. Más o que mais revolta é a previsibilidade da repetição dessa violência tão anunciada. Ninguém faz absolutamente nada para contê-la ou, ao menos amenizá-la. Os turistas continuam acreditando em papai Noel, achando que com eles e suas famílias tudo será diferente. Em todos os feriados pelo menos um turista não volta de Praia Grande com vida. Infelizmente! Aos familiares nossa solidariedade, nossas condolências, aos marginais da cidade a nossa torcida para que tenham o mesmo fim.
Nossas reflexões a respeito dos fatos. Temos notados uma enorme diferença entre a mira do bem e a mira do mal. Outro dia na capital um grupo de marginais assaltou um restaurante e, na saída, já na rua, deram de cara com uma jovem de vinte e quatro anos, um dos bandidos virou parte do corpo e atirou uma única vez, a jovem que ainda tentou se proteger foi alvejada e morreu no local. Assim tem sido com muitas vítimas de um tiro só, porém fatal. Por outro lado, constantemente lemos nos noticiário que o marginal levou quatro, cinco ou mais tiros e, se encontra hospitalizado fora de perigo. Será que os anjos dos bons entre nós vieram todos do Paraguaio? Essa é a primeira reflexão.
Qualquer pessoa responsável por um posto de comando dentro de uma empresa é cobrada diariamente para que acerte sempre, e pagam pelos seus erros muitas vezes com o próprio emprego. Sabendo-se, que, a ocorrência desses atos de violência na cidade de Praia Grande-SP, é mais provável que a presença do sol, e, ainda assim, por que o agente do delito não encontra qualquer embaraço para a execução de sua vontade diabólica. Os feriados são tratados como dias normais, embora, quem mora na cidade saiba do aumento demográfico em face de qualquer dia não trabalhado, mesmo o tempo conspirando contra à vontade do turista. Já notamos que muitos funcionários públicos não conseguem entender que seus cargos há de ser também produtivos, não são apenas um lugar onde alguém busca a legalidade para os seus proventos, desse alguém, o Estado espera por uma produtividade em contrapartida as vantagens recebidas. Neste contexto parece estar o Comando da Policia Militar, para quem comanda e para quem designa o comandante, nada muda, mesmo contrariando as expectativas da sociedade. Por que será? Fica aí o nosso questionamento e, a esperança que alguém de dever descobra as suas obrigações. Grato. Abraços Cândido.
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