sexta-feira, 29 de julho de 2011

O BRASIL ESTÁ SURTANDO.

O SURTO QUE ESTÁ TOMANDO TODA A SOCIEDADE BRASILEIRA.
No dia 24/07/2011, às 15,50 horas fizemos ao http://www.google.com.br/ a seguinte pergunta: quantos comentários contra a violência já foram postados na internet Aproximadamente 842.000 resultados (0,09 segundos). A seguir vamos relacionar casos que pinçamos do portal supra e, para que as pessoas possam se lembrar dos mesmos sem a necessidade de ler todo o texto embora resumido, negritamos parte do mesmo.
No dia 22 de dezembro de 1988, o seringueiro e líder sindical Francisco Alves Mendes Filho, o Chico Mendes, morreu com um tiro de escopeta na porta de sua casa em Xapuri, no Acre. Dois fazendeiros, pai e filho, foram condenados pelo homicídio. Ao defender a preservação da floresta amazônica, Chico Mendes tornou-se inimigo de fazendeiros que queriam o desmate para a criação de gado. Ele aprendeu a profissão de seringueiro com o pai e, em 1975, começou a atuar como líder sindical. No ano seguinte, passou a participar dos chamados “empates”, manifestações em que os seringueiros buscavam impedir o corte de árvores, colocando-se à frente de tratores e serras elétricas. Mendes também começou a agir em prol da criação de reservas extrativistas no Acre.
Em 1992, a atriz Daniella Perez, 22 anos e à época famosa pelo papel da personagem Yasmin, na novela De corpo e alma, da TV Globo, foi assassinada com 18 golpes de tesoura, no Rio de Janeiro. Os autores do crime foram o ator Guilherme de Pádua, que vivia o Bira na mesma novela, apaixonado pela personagem Yasmin, e Paula Thomaz, mulher de Guilherme à época. Guilherme alegou que Daniela o assediava e que matou a colega acidentalmente, ao apertar o braço em torno de seu pescoço para apartar uma briga da atriz com sua mulher, que levou ao encontro para provar que era perseguido. Segundo ele, foi de Paula Thomaz a ideia de desferir tesouradas em Daniella para que o assassinato se parecesse com "um crime praticado por um fã alucinado". Ela sempre negou envolvimento no caso. Ele cumpriu um terço dos 19 anos de prisão a que foi condenado por homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e sem dar à vítima condições de defesa. A ex-mulher foi condenada a 18 anos e, mais tarde, teve a pena reduzida para 15 anos, mas ficou apenas sete na cadeia.
Em 1996, Agílson Santos, o Baiano, foi torturado, morto e seus restos mortais jogados em uma Avenida de Rio Branco (AC). A vítima teve braços, pernas e genitália amputados com uma motosserra, além de ter os olhos perfurados. Baiano teria sido executado por suposto envolvimento no assassinato de Itamar Pascoal, irmão do então coronel Hildebrando Pascoal. O militar e também ex-deputado federal foi apontado como líder de um grupo de extermínio que agia no Acre. Condenado por duas mortes de testemunhas do caso, por tráfico de drogas e por trocar votos por cocaína, o ex-deputado foi preso em 1999. Em 2009, Hildebrando foi condenado a mais 18 anos de prisão pelo que ficou conhecido como "crime da motosserra".
Em agosto de 1997, o menino Ives Ota, então com 8 anos, foi sequestrado e morto porque reconheceu um de seus raptores, um policial militar que trabalhava de segurança para o pai do menino, o comerciante Massataka Ota. A extorsão terminou com a prisão do motoboy Adelino Donizete Esteves, depois que a polícia rastreou uma ligação para os pais de Ives. Ele denunciou como comparsas os então PMs Tarso Dantas e Sérgio Eduardo Pereira. Os três foram condenados a penas entre 43 e 45 anos de prisão.
O motoboy Francisco de Assis Pereira ganhou fama como o "Maníaco do Parque" após ser preso, em agosto de 1998. O apelido vem do fato de que o motoboy seduzia suas vítimas com falsas promessas de emprego em uma agência de modelo e as levava até o Parque do Estado, na divisão de São Paulo e Diadema (ABC paulista), e lá abusava delas. Em algum caso, ele matou as vítimas. O maníaco cumpre pena de 270 anos de prisão. O motoboy foi condenado pelas mortes e ainda pelo estupro de outras nove mulheres, que sobreviveram aos ataques. Somadas, as penas chegam a 270 anos de prisão. A defesa do motoboy alegou que ele sofre de desequilíbrio mental e tentou que ele fosse levado a um manicômio judiciário, mas o pedido não foi aceito.
Um dos crimes mais famosos dos anos 80, nunca foi solucionado. Na véspera do Natal de 1998, Jorge Toufic Bouchabki e sua mulher Maria Cecilia Delmanto Bouchabki foram assassinados, e o filho de 18 anos do casal foi apontado como o principal suspeito do crime, ocorrido na rua Cuba, no Jardim América, bairro nobre de São Paulo. Jorginho, o filho, foi denunciado pelo Ministério Público como autor do crime, mas não houve provas que indicassem sua responsabilidade no assassinato. O caso foi arquivado, e a arma do crime não foi achada.
Em 1999, o estudante de medicina Mateus da Costa Meira, 24 anos, invadiu uma sala de cinema do Morumbi Shopping, em São Paulo, e disparou a esmo contra a platéia, matando três pessoas e ferindo cinco. O ex-estudante disse que na época ouvia vozes e se sentia perseguido, se identificando com o personagem do filme Clube da Luta, que era exibido na sala no momento em que cometeu os crimes. Ele foi condenado a 120 anos de reclusão, mas, em 2007, a pena foi revisada e reduzida para 48 anos e nove meses.
Em 1999, o calouro da USP Edison Tsung Chi Hsueh, 22 anos, morreu afogado em uma piscina da universidade durante um trote. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) arquivou o caso em 2006, por entender que não havia elementos para justificar a acusação de homicídio. Ninguém foi punido. Em 2001, os médicos Frederico Carlos Jana Neto, o Ceará, e Guilherme Novita Garcia, apontados como os veteranos que lideraram o trote violento, foram indiciados por homicídio qualificado, junto com os estudantes de Medicina Luís Eduardo Passareli Tirico e Ari de Azevedo Marques Neto. Em 2006, o caso foi arquivado. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que não havia elementos para justificar as acusações.
A jornalista Sandra Gomide foi morta a tiros em 2000 pelo namorado, o também jornalista Antônio Marcos Pimenta Neves, em um haras em Ibiúna, interior de São Paulo. Pimenta Neves confessou o assassinato, mas não ficou preso. O motivo do crime seria o fim do relacionamento do casal. Em 2006, Pimenta Neves foi condenado a 19 anos e dois meses de reclusão em regime fechado, mas o juiz de Ibiúna concedeu ao jornalista o direito de recorrer em liberdade. Alegando que a confissão espontânea é atenuante de pena, a defesa conseguiu no Tribunal de Justiça de São Paulo a redução da pena para 18 anos e, depois, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), para 15 anos. Os advogados do jornalista continuaram recorrendo até que, em maio de 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou o último recurso e determinou que a pena fosse imediatamente cumprida. Em seguida, policiais cercaram a casa de Pimenta Neves, na capital paulista, e ele se entregou
Foi transmitido ao vivo e rendeu até filme. Em 2000, o ônibus 174 (linha Gávea-Central) foi sequestrado no Rio e seus 11 passageiros, feitos reféns pelo assaltante Sandro do Nascimento. O assalto, que durou quatro horas, foi transmitido pela TV para todo o Brasil. Após horas de negociações com a polícia, Sandro desceu do veículo com uma arma apontada na cabeça da professora Geisa Gonçalves. Os dois morreram quando um soldado do Bope tentou balear o sequestrador e atingiu de raspão a professora. O criminoso matou a mulher e foi levado do local com vida, mas chegou morto ao hospital, por asfixia. Os PMs apontados como assassinos de Sandro foram absolvidos. O episódio virou o documentário 174, de José Padilha e Felipe Lacerda, que ganhou prêmios internacionais
 Produtor da Rede Globo, o jornalista Tim Lopes foi capturado por traficantes na Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro, em junho de 2002, quando fazia reportagens investigativas sobre bailes funk financiados por traficantes da favela. Ele foi torturado antes da execução. Seu corpo foi esquartejado e incinerado para dificultar a identificação, que foi possível somente após a realização de exame de DNA. A morte do jornalista foi ordenada por um dos líderes do grupo criminoso Comando Vermelho, o traficante Elias Maluco. Ele foi sentenciado em 2005 a 28 anos e seis meses de regime totalmente fechado pelo assassinato de Lopes. Outros seis homens foram condenados por envolvimento no crime.
Em 31 de outubro de 2002, os pais de Suzane von Richthofen foram mortos a pauladas enquanto dormiam. Os assassinatos foram planejados por Suzane e executados pelo então namorado da jovem, Daniel Cravinhos de Paula e Silva, e pelo irmão dele, Cristian Cravinhos de Paula e Silva. Os três foram condenados pelo crime. Suzane nasceu em uma família de classe média alta de São Paulo. Ela e o irmão, Andreas, moravam com os pais, Manfred, engenheiro, e Marisa, psicanalista, em uma casa no Campo Belo. Estudante de direito na PUC, a jovem, então com 18 anos, namorava Daniel, de 21, havia três anos. De nível sócio-econômico inferior, Daniel não trabalhava, não estudava, e os dois usavam drogas. Na noite de 30 de outubro de 2002, Suzane e Daniel levaram o irmão dela, Andreas, então com 15 anos, a um cybercafé, para ele passar a noite entretido com jogos de computador.
O caso Pedrinho ficou nacionalmente conhecido em 2002, mas aconteceu muito antes. O garoto Pedro Rosalino Braule Pinto, o Pedrinho, e a menina Aparecida Ribeiro da Silva, a Roberta Jamilly, foram sequestrados quando eram bebês, em 1986 e 1979, respectivamente. Apontada como a sequestradora das crianças, a empresária Vilma Martins da Costa foi condenada pelos sequestros em 2003, e conseguiu a liberdade condicional em 2008.
O paranaense Adriano da Silva é apontado como o assassino de 12 meninos com idades entre 8 a 13 anos. Os crimes ocorreram entre 2002 e 2003, em cidades do interior do Rio Grande do Sul, quando Silva tinha 25 anos. Ele ficou conhecido como o “serial killer de Passo Fundo” pois a maior parte das mortes aconteceu nessa cidade.Em seu primeiro depoimento após ser preso, em janeiro de 2004, ele confessou as 12 mortes. Atualmente, afirma que confessou sob ameaças e assume apenas um assassinato. Silva era procurado desde 2001, quando fugiu da prisão no Paraná. Ele tinha cumprido seis meses de uma pena de 27 anos pela morte de um taxista e ocultação do cadáver. Após a fuga, passou a viver no interior do Rio Grande do Sul, usando nomes falsos e fazendo pequenos trabalhos.
O cirurgião plástico Farah Jorge Farah matou e esquartejou a ex-cliente e amante Maria do Carmo Alves, em janeiro de 2003. Além disso, para dificultar que o corpo fosse identificado, foram removidas as digitais dos pés e das mãos, além da pele do peito e do rosto. Segundo a investigação, o médico ainda limpou seu consultório, colocou as partes do corpo de Maria do Carmo em sacos e os guardou no porta-malas de seu carro. Dois dias depois, a polícia encontrou os pedaços no veículo. Farah confessou o crime, mas afirmou que era perseguido pela vítima e agiu em legítima defesa. Em 2008, o cirurgião foi condenado a 13 anos de prisão, mas ganhou o direito de aguardar todas as possibilidades de recurso em liberdade.
Os estudantes Liana Friedenbach, 16, e Felipe Silva Caffé, 19, foram assassinados quando acampavam na região de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo, em 2003. Os dois mentiram para os pais sobre onde estariam, e foram rendidos por bandidos. Antes de ser morta a facadas pelo então adolescente Champinha, Liana foi estuprada. Cinco pessoas foram acusadas de envolvimento no sequestro e morte do casal. Felipe foi o primeiro a ser morto, com um tiro na nuca. Liana foi torturada, estuprada e morta três dias depois. Roberto Aparecido Alves Cardoso, conhecido como Champinha, na época com 16 anos, foi apontado como idealizador do crime e líder do grupo. A intenção inicial era roubar o casal. Durante a abordagem, Liana teria tentado negociar, dizendo que seu pai tinha bastante dinheiro. O menor então decidiu raptar a adolescente e matar Felipe, mas dias depois percebeu que não poderia levar o sequestro adiante. À polícia, Champinha disse que assassinou Liana porque "deu vontade". Além dele, Paulo César da Silva Marques, o Pernambuco, Antônio Caetano, Antônio Matias e Agnaldo Pires foram condenados pela morte do casal.
Em 2004, o empresário Luiz Rugai e sua mulher, Alessandra Troitino, foram assassinados a tiros em casa, em Perdizes, zona oeste de São Paulo. O ex-seminarista Gil Rugai, filho do empresário, é apontado como o principal suspeito da morte do pai e da madrasta.
A missionária americana Dorothy Stang, 73 anos, foi morta com sete tiros em fevereiro de 2005, na cidade de Anapu, no sudeste do Pará. Dorothy era defensora dos direitos de pequenos produtores rurais da região paraense de Altamira, área de intenso conflito fundiário. O homicídio ganhou repercussão entre as entidades ligadas aos direitos humanos em todo o mundo. Cinco pessoas foram condenadas pelo crime: os fazendeiros Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, e Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, que teriam pagado R$ 50 mil pela execução; Rayfran das Neves, o Fogoió, que confessou ter matado a missionária; Clodoaldo Batista, que seria comparsa de Rayfran; e Amair Feijoli da Cunha, o Tato, que confessou ter contratado os pistoleiros.
Em 2006, homens ligados à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) sequestraram o repórter da TV Globo Guilherme Portanova, e um auxiliar técnico da emissora, Alexandre Calado. Portanova só foi solto após a Globo exibir uma gravação dos bandidos cobrando melhorias no sistema penitenciário.
Saldo de mais de 150 mortos, ônibus incendiados, policiais mortos em plena luz do dia e atentados contra agentes de segurança penitenciária foram os instrumentos usados pela facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) em uma série de ataques que pôs a cidade de São Paulo de joelhos. O motivo foi uma série de transferências de presos que começou na noite de sexta, 12 de maio de 2006, e só parou três dias depois.
Em dezembro de 2006, após assaltar um estabelecimento comercial em Bragança Paulista, interior de São Paulo, dois homens colocaram a gerente do local, o marido dela, o filho e uma funcionária em um carro, amarrados, e atearam fogo ao veículo. Eliana Faria da Silva e seu marido, Leandro Donizete de Oliveira, morreram carbonizados no local. O filho do casal, Vinicius Faria de Oliveira, 5 anos, foi resgatado do veículo pela outra vítima, a operadora de caixa Luciana Michele Dorta. Mesmo com 90% do corpo queimado, a criança conseguiu mostrar à polícia o local onde os pais foram mortos. O menino morreu na manhã seguinte. Luciana, com queimaduras em 80% do corpo, prestou depoimento e reconheceu um suspeito, preso após procurar atendimento médico por queimaduras. No entanto, ela não resistiu e morreu dias depois. O homem delatou um comparsa e os dois foram condenados pelo crime. Joabe Severino Ribeiro e Luis Fernando Pereira pegaram 60 anos de prisão em regime fechado.
O menino João Hélio Fernandes, 6 anos, morreu ao ser arrastado por 7 quilômetro do lado de fora de um carro, durante um assalto no Rio de Janeiro, em 2007. Ladrões tomaram o carro da mãe do menino, e João Hélio ficou preso pelo cinto de segurança. O corpo do menino foi achado com o crânio esfacelado junto ao veículo, abandonado pelos bandidos em uma rua no subúrbio do Rio. O veículo foi abandonado no subúrbio do Rio, com o menino já morto. Carlos Eduardo Toledo de Lima, Diego Nascimento da Silva, Carlos Roberto da Silva e Tiago de Abreu Mattos foram condenados pelo crime e cumprem penas de até 45 anos de prisão. Ezequiel Toledo de Lima, que na época era menor de idade, cumpriu três anos de medidas socioeducativas e foi solto em 2010, quando recebeu proteção do governo. Devido à forte reação da opinião pública, o benefício foi revogado e a Justiça decidiu que ele deixaria a unidade de internação apenas para ir à escola. Um ano depois, ele recebeu o benefício da liberdade assistida e passou a ser acompanhado por assistentes sociais e psicólogos.
Isabella Nardoni, 5 anos, morreu após cair da janela do prédio onde morava com o pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá, na zona norte de São Paulo, em março de 2008. O pai e a madrasta são acusados do crime, pois a criança foi jogada por Nardoni após apanhar de Anna Carolina, segundo laudos da polícia e o Ministério Público.
Após denúncia anônima, a menina Lucélia Rodrigues da Silva, então com 12 anos, foi encontrada acorrentada em uma escada, amordaçada e com vários ferimentos pelo corpo, no apartamento da empresária Silvia Calabresi de Lima, em um setor nobre de Goiânia (GO), em março de 2008. Com a promessa de melhores condições de vida, ela criava a jovem havia dois anos, com autorização da mãe biológica. Segundo a polícia, a empresária feria Lucélia com alicate nos dedos das mãos e dos pés, na língua e no corpo. A mulher também apertava os dedos da criança em portas e a queimava com ferro de passar roupa. Sílvia e a empregada, Vanice Novais, foram presas e condenadas a 14 e sete anos de prisão, respectivamente.
A engenheira de produção Patrícia Franco, 24 anos, desapareceu em 14 de junho de 2008, quando o carro que dirigia caiu em um canal na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. No início, o caso foi tratado como um acidente, mas, dias depois, familiares encontraram marcas de tiros no veículo, que estava em uma oficina. O corpo da jovem nunca foi encontrado. O Instituto de Criminalística, da Polícia Civil, confirmou que o carro foi atingido por disparos de calibres usados por policiais militares. Segundo a investigação policial, PMs perseguiram o carro e atiraram porque ela se recusou a parar. Ao verem a ocupante do veículo, teriam decidido ocultar o corpo. Os acusados afirmaram que ela se acidentou e que o corpo desapareceu na água. Um Inquérito Policial Militar (IPM) concluiu, por falta de provas, pela inocência dos quatro PMs. O caso, entretanto, segue na Justiça. Os policiais Willian Luis do Nascimento e Marcos Paulo Nogueira Maranhão respondem por homicídio e ocultação de cadáver, e Fábio da Silveira Santana e Márcio Oliveira dos Santos, por ocultação. Eles aguardam o processo em liberdade. Três anos após o desaparecimento da engenheira, a Justiça do Rio de Janeiro declarou a morte presumida da engenheira em junho de 2011, a pedido do pai de Patrícia.
Em julho de 2008, a inglesa Cara Marie Burke, 17 anos, foi morta a facadas e esquartejada em no apartamento onde morava, no Setor Leste Universitário, em Goiânia (GO). Dias depois, parte do corpo da adolescente foi encontrada em uma mala às margens da BR-153. A cabeça, duas pernas e dois antebraços foram achados em um rio a 33 km da capital goiana. Cara veio ao Brasil a convite de Mohammed D'Ali Carvalho dos Santos, 20 anos na época, que confessou o crime. Eles haviam se conhecido em Londres, onde a mãe do brasileiro vive. Segundo testemunhas, após matar a inglesa, ele tirou uma foto com o celular e mostrou a amigos em uma festa. No dia seguinte, ele esquartejou Cara Marie e novamente fotografou o corpo. Mohammed matou a adolescente sob efeito de drogas e após uma discussão em que ela teria ameaçado contar à família dele sobre o vício. Ele foi condenado a 21 anos de prisão pelo crime.
É lembrado como o mais longo caso de cárcere privado no Estado de São Paulo. No dia 13 de outubro de 2008, a estudante Eloá Cristina Pimentel foi refém do ex-namorado Lindemberg Alves por 100 horas no apartamento em que morava com a família, num conjunto habitacional na periferia de Santo André, região do Grande ABC. Inconformado com o fim do relacionamento, o motoboy invadiu a casa armado e deu início ao sequestro que duraria quatro dias. O caso terminou depois de negociações tensas e uma sequência de trapalhadas da polícia paulista. Com um tiro na cabeça, Eloá morreu no dia seguinte. Sua melhor amiga, Nayara Rodrigues, foi ferida com um tiro no rosto.
17de outubro de 2.009, um helicóptero da polícia do Rio foi derrubado por marginais no Morro dos Macacos. É bem verdade que um ano após esse episódio, final de novembro de 2.010, uma força tarefa invadiu o chamado complexo do Alemão e, em parte, a sociedade pode sentir um pouco do sabor da vingança.
Entre os dias 30 de dezembro de 2009 e 22 de janeiro deste ano, seis jovens com idades entre 14 e 19 anos desapareceram em Luziânia, a 196 km da capital Goiânia (DF). O caso ganhou repercussão nacional e foi investigada, além da polícia, pela CPI do Desaparecimento de Crianças e Adolescentes, da Câmara dos Deputados. O paradeiro dos jovens só foi solucionado na manhã de sábado, 10 de abril, quando o pedreiro Adimar de Jesus Silva, 40 anos, foi preso acusado de estuprar e matar os rapazes. Ele mostrou à polícia o local onde estavam os corpos dos garotos e, em entrevista, se disse arrependido e afirmou que pensava no sofrimento dos familiares dos jovens mortos. O pedreiro também declarou que foi vítima de abusos sexuais no passado e disse que cogitou o suicídio após a repercussão das mortes. No dia 18 de abril, por volta das 13h, Ademar Jesus da Silva foi encontrado morto. Segundo agente do Denarc, o pedreiro teria feito uma corda com algumas roupas com a qual se enforco.
A advogada Mércia Mikie Nakashima desapareceu em maio de 2010 em Guarulhos, na Grande São Paulo. Seu corpo foi encontrado 19 dias depois em uma represa de Nazaré Paulista. Segundo o laudo do IML (Instituto Médico Local) Mércia morreu afogada, mas antes foi ferida por tiro no braço esquerdo, na mão direita e no maxilar. Também foi atingida no rosto por outro objeto não identificado. O ex-namorado de Mércia Mizael Bispo de Souza, advogado e policial militar reformado, e o vigia Evandro Bezerra da Silva são os principais suspeitos do crime. Os dois dizem ser inocentes e estão foragidos. Ainda não houve julgamento. De acordo com a família da vítima, Mizael não se conformava com o fim do relacionamento, insistia para que eles reatassem e a perseguia

Em junho de 2010, o lavrador José Agostinho Bispo Pereira, 54 anos, foi preso acusado de ter relações sexuais com a filha ao longo de 17 anos e gerar sete filhos com ela, em uma ilha onde moravam isolados próximo a Pinheiro, no interior do Maranhão. Exames de DNA e laudos comprovaram os abusos e a paternidade das crianças. Uma delas, de 5 anos, também foi vítima do pai-avô, segundo a investigação. Pouco tempo depois, ficou comprovado que, além da jovem que viveu em cárcere, Pereira teve mais um filho-neto com outra filha, mais velha, que conseguiu sair da casa do pai.No primeiro depoimento, o lavrador confirmou ser o pai de seis crianças e alegou não saber que ter relações com as próprias filhas e filhas-netas é crime. O caso teve repercussão na imprensa internacional pelas semelhanças com o do austríaco Joseph Fritzl, que manteve a filha presa por 24 anos e teve sete filhos com ela. Em dezembro, ele foi condenado a 63 anos de prisão pela Justiça do Maranhão. Pouco mais de um mês depois, no entanto, ele foi um dos seis detentos mortos em uma rebelião na carceragem de Pinheiro.
O goleiro Bruno Souza, então atleta do Flamengo, foi preso no início de julho de 2010 suspeito de envolvimento no desaparecimento de Eliza Samudio, uma ex-amante que pedia na Justiça o reconhecimento de paternidade do filho que alegava ser do jogador. Em 2009, a paranaense já havia procurado a polícia para dizer que estava grávida e que Bruno a havia agredido para que ela tomasse substâncias abortivas. A Justiça, porém, negou proteção a Eliza. A jovem de 25 anos sumiu em 4 de junho. Pouco depois, a polícia recebeu denúncias anônimas que levaram ao paradeiro do bebê, então com 4 meses, e às primeiras pistas de que Eliza teria sido levada para uma propriedade de Bruno, em Minas Gerais, e morta com crueldade. Segundo o inquérito policial, que indiciou Bruno e mais oito pessoas por até seis crimes, Eliza foi levada à força do Rio de Janeiro para Minas Gerais, mantida em cativeiro, executada e esquartejada a mando de Bruno, num plano que teria sido traçado meses antes. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, é apontado como o homem que matou Eliza enforcada, cortou o corpo e jogou partes aos cães. No entanto, os restos mortais da jovem não foram encontrados. Além de Bruno e Bola, respondem na Justiça a atual mulher do atleta, seu melhor amigo, uma amante e um primo do jogador. Outro primo de Bruno, menor de idade, foi condenado em 9 de agosto pela Vara da Infância e Juventude de Contagem (MG) a cumprir medida socioeducativa de internação por prazo indeterminado por participar do crime. Todos negam envolvimento na morte de Eliza.
Um tipo de crime que se via apenas em noticiários internacionais chocou o País no dia 7 de abril de 2011. Em uma manhã de quinta-feira, quando centenas de jovens assistiam aulas na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, o ex-aluno Wellington Menezes de Oliveira, 24 anos, invadiu a instituição, abriu fogo contra adolescentes e matou 12 estudantes entre 12 e 14 anos. A ação foi interrompida com a chegada de um policial que estava nas proximidades da escola e feriu o atirador, que se suicidou. Apesar de Wellington ter deixado instruções sobre como deveria ser seu sepultamento, seu corpo ficou 15 dias no Instituto Médico Legal (IML) sem que algum familiar fosse ao local assinar a liberação. Ele, então, foi enterrado como indigente. O atirador de Realengo deixou cartas, fotos e vídeos com o registro do planejamento do atentado. Nos documentos, ele fala de religiões, demonstra fixação pelo atentado de 11 de setembro de 2001 e alega ter sofrido bullying na escola. Para a polícia, no entanto, ele tinha distúrbios mentais.
O menino Juan Moraes desapareceu no dia 20 de junho após troca de tiros entre policiais e traficantes na favela, localizada na Baixada Fluminense. Após buscas no local onde a criança foi vista pela última vez, os peritos encontraram uma ossada, que primeiro foi dita ser de uma menina, mas que, alguns dias depois, foi identificada como sendo de Juan. Os cabos Edilberto Barros do Nascimento e Rubens da Silva e os sargentos Isaías Souza do Carmo e Ubirani Soares vão responder por homicídio doloso duplamente qualificado, por motivo torpe e emprego de recurso que dificultou a defesa das vítimas, no caso das mortes do menino Juan Moraes e de Igor de Souza Afonso e duas tentativas de homicídio.
No dia 28/02/2011, a coordenadora de ensino Joyce Chaddad de 36 anos, foi assassinada no Embu, Grande São Paulo, porque três dias antes repreendeu uma aluna de 15 anos, da 7ª série que estava traficando pinos de cocaína dentro do estabelecimento de ensino. Joyce foi morta com três tiros quando chegava para trabalhar às 7,00 horas e, a suspeita recaiu sobre um jovem de 17 anos tido como namorado da jovem. O suspeito havia deixado há seis meses uma unidade da Fundação Casa (antiga FEBEM). A jovem traficante é filha do líder do pcc (primeiro comando da capital) no jardim Santo Eduardo onde fica a escola e, tem dois irmãos presos que também fazem parte do grupo criminoso. A matéria foi publicada na edição do dia 13.03.2011 seção Polícia página A 11 do jornal Agora - SP.
A dona de casa MARIA DE LOURDES FARIA DE MELO, 27 anos, foi arrastada para fora de casa enquanto dormia com o marido e os filhos e esquartejada no meio da rua, em Maceió, na madrugada deste domingo. A cabeça da dona de casa foi posta em uma estaca. Os primeiros levantamentos indicam que ela havia denunciado alguns traficantes da região a polícia. Os criminosos arrancaram o braço esquerdo de Maria de Lourdes e tentaram escrever no muro a palavra "cabueta" - o mesmo que "dedo duro". Um revólver foi encontrado ao lado do corpo. Ela foi executada antes de ser esquartejada. Ela foi morta no Conjunto Carminha, parte alta da capital alagoana. Policiais do 5° Batalhão de Polícia Militar informaram que nenhum morador quis comentar o crime. A principal testemunha é o marido, que não teve o nome revelado. A Policia suspeita que o crime tenha sido praticado pelo chefe do trafico de drogas na região, e a brutalidade serviria de "alerta" para os demais moradores que tentam impedir a ação de bandidos na região. Essa é a segunda mulher assassinada no Conjunto Carminha, supostamente por ter delatado os criminosos na região. Em outubro do ano passado, a dona de casa Valderes Nascimento de Sena, 41 anos, foi morta a facadas. Ela denunciou vizinhos por um suposto envolvimento com o tráfico de drogas. No ano passado, um homem foi degolado em via pública e teve a cabeça fixada na estaca de uma cerca. Apesar de a polícia associar os crimes aos traficantes locais, ninguém foi preso até hoje. De janeiro até julho, Alagoas - que lidera as estatísticas de violência no Brasil - lançou três planos de segurança. O último foi na semana passada, o Ronda Cidadã.
As matérias acima foram encontradas no http://www.google.com.br/ e postadas pelos sites:                 http://ultimosegundo.ig.com.br    http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/20-crimes, As exceções estão na sequência das matérias identificadas.
Ainda sob os contínuos efeitos devastadores do estado de ânimos das pessoas em face da permanente violência que nos faz vitimas todos os dias, atingindo-nos direta ou indiretamente acabamos de ver no Jornal Expresso Popular de Santos – SP, Edição do dia 26/07/2011 pag. 14 Plantão Policial que Abner José Rouleau Paulino o Caubói de 22 anos se entregou à autoridade do 1º Distrito Policial de Praia Grande – SP. Caubói cometeu crime de latrocínio contra Caio Flores Ghelere, de 21 anos morador na Zona Leste da Capital Paulista. Caio era um jovem que se preparava através dos estudos para viver cada vez melhor, porém, do fruto de sua dedicação ao trabalho. O crime ocorreu no calçadão do Boqueirão nesta cidade entre os quiosques 08 e 09 às 11,30 h. do dia 25.06.2011. Indagado sobre o motivo o assassino disse que se via ameaçado de prisão por falta de pagamento de pensão alimentícia, o que já havia ocorrido antes e, por isso, resolveu roubar para pagar a pensão e não ser preso. Quantas lições podemos tirar desta história toda, o crime ocorreu à luz do meio dia; todos os feriados registra-se nesta cidade um crime de morte contra turista e, eles continuam vindo para cá; as autoridades não mudam são sempre as mesmas, mesmo com o crescente aumento da violência; irresponsáveis masculinos e femininos continuam gerando filhos mesmo sem ter condições de sustentá-los; para alimentar o filho por medo à prisão o individuo tirou a vida do filho dos outros. Já no caso de Joyce coordenadora de ensino do Embu, e da dona de casa Maria de Lourdes Faria de Melo de Maceió-AL, elas morreram porque ousaram repreender e denunciar respectivamente o tráfico de drogas.
Fica claríssima a total ausência do Estado no Brasil de cabo a rabo. Tanto que, se alguém ousa repreender uma criança que seja e, tendo esta ligação com um desses indivíduos ligados a grupos criminosos, já é o bastante para ser executado. Elencamos acima crimes a partir de 22 de dezembro de 1988, quando o seringueiro e líder sindical Francisco Alves Mendes Filho, o Chico Mendes foi executado sem nenhuma chance de defesa. No Norte mata-se por posse de terras e por extração irregular de madeira, no Nordeste são os crimes cometidos por Gângster de jovens e de traficantes, no Centro Oeste são os crimes contra o meio ambiente e a entrada no país de drogas e armamento pesado pelo narcotráfico, no resto do país são os crimes de todos os gêneros e, com todo o requinte de crueldade, em Brasília são os crimes de corrupção. Todo o país está dominado por uma onda de violência fora de qualquer tipo de controle e, até mesmo, para uma simples elaboração de estáticas.
Estes fatos deixam claro que, enquanto a sociedade esperar por mudanças vindas de Brasília, nada mudará, mesmo porque, os delinquentes fantasiados de parlamentares deputados e senadores, jamais tomarão qualquer iniciativa de Lei que possa inibi-los em suas antigas práticas de fazer política só de autointeresse. Os legítimos interesses do povo continuarão sendo totalmente ignorados, esperar por qualquer ato de nobreza por parte de um Waldemar Costa Neto, Jader Barbalho, Joaquim Roriz, José Roberto Arruda e mais centenas de pares destes, é o mesmo que esperar pelo legítimo papai Noel na noite de natal. Com o acesso rápido às informações como é hoje, ninguém tem o direito de se escusar por trás da falta de conhecimento. A consciência já é de dever de todos, por mais humilde que possa ser.
Usando os recursos da Internet, o povo Egípcio derrubou o ditador Hosni Mubarak e o povo Tunisiano o também ditador Zine El Abidine Bem Ali. Ainda com o uso desta ferramenta fantástica, o povo Líbio molambou o seu ditador Muammar Gaddafi, que ainda não entregou o cargo más, o seu poder está em queda vertiginosa e irreversível.
No Brasil, as circunstâncias apontam para a necessidade de se seguir o exemplo do povo Africano (oriente médio) e, usar a mesma ferramenta para também derrubar esta ditadura de poder absoluto, que nos impõe esta escravidão tributária e, nos humilha com tantos descasos. Citamos os crimes acima para reavivar a memória das pessoas e assim fazê-las entender que, crimes bárbaros ocorrem desde sempre neste país, e para provar a indiferença da casta política elencamos alguns deles. Como podem notar eles se repetiram, repetiram, e, em algumas oportunidades como no caso do menino Hélio arrastado por marginais sem limites de perversidade no Rio de Janeiro, houve uma comoção social e o congresso nacional se apressou em prometer mudanças na Lei Penal. A bem da verdade houve realmente mudanças más, não para agravar e sim para amenizar os efeitos da referida lei. A Rádio Jovem Pan há dez anos usa o “slogan” que diz: Brasil o país dos impostos. Nenhuma autoridade governamental se quer comentou o fato. Ninguém se abalou e nem se sentiu incomodado com a crítica, a irreverência é absoluta. Escravidão tributária que diga se de passagem imposta pelo governo FHC coligado com o DEM, que já foi PFL, PDS e a rançosa ARENA. Valendo-nos da teoria do “quem cala consente”, não temos dúvidas em dizer que Lula é tão responsável quanto o FHC, pois, teve a oportunidade de ajustar essa mesma carga ao senso do justo, e não o fez.  
Concluindo, resta-nos a certeza de que somos nós cidadãos que podemos e devemos mudar o rumo de tudo isto. Sabemos ser trabalhoso, dispendioso más tornou-se uma questão de sobrevivência. A sociedade brasileira deve ser convocada imediatamente para um movimento jamais visto no mundo, superior à tudo que se registrou até aqui, inclusive, a agitação que tomou conta do Egito, Líbia e Tunísia. Deve-se criar várias comissões pelo Brasil afora, afim de, elaborar uma lei civil que poderia se denominar de Ordem Social do Brasil. Ela poderia conciliar os rigores necessários da antiga Lei de Segurança Nacional com a sobriedade do consenso de justiça social. A sociedade se valeria da mesma para se impor a minoria agressora e, restabelecer o Estado de Direto, inovar o Ordenamento Jurídico e recuperar o status de nação deste país.
Para isto, seria necessário o engajamento de todos os cidadãos neste processo revolucionário. Por último, e nos valendo de uma das vertentes de causas e consequências, a culpa poderia ser atribuída não à casta política, por ser esta de há muito não confiável, más sim, às pessoas com o mais apurado gosto pela retidão e caráter, uma vez que, são estas que sempre deixaram os espaços políticos ao gosto dos não éticos. A lei da física garante: dois corpos não ocupam o mesmo ponto no espaço, se os éticos não tivessem tanta jeriza pela política, poderiam estar governando o país e, a sociedade estaria livre dessa tranqueira toda que está aí. Nos colocamos a inteira disposição da sociedade. Grato, abraços Antonio Cândido de Souza.

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