quinta-feira, 26 de maio de 2011

IDENTIFICADA A TERCEIRA BESTAS DO APOCALÍPSE.

O guru francês Nostradamus interpretando mensagens bíblicas fez-se acreditar que a primeira besta seria seu conterrâneo Napoleão Bonaparte, a segunda seria Adolf Hitler e a terceira tentam ainda identificá-la. Procurando pela terceira besta, já viram-na, nas pessoas de Indi Amin, Sadhan Hussein, Osama Bin Laden, Mahamoud Ahmadinejad Presidente do Iran, George W. Busch e outros. Contudo, Nostradamus não conseguiu a seu tempo visualizar o nosso Brasil de hoje. Que pena! Se tivesse conseguido provavelmente teria profetizado que a terceira besta seria um país e não simplesmente um individuo. Descrevendo este país diria ele: trata-se, de uma grande extensão territorial, grandes bacias hidrográficas, enormes cascatas, riquíssimo em recursos e belezas naturais. Continuando diria ele, um povo hospitaleiro e capaz de se mobilizar para socorrer outros de qualquer parte do mundo, capaz de chorar as dores do mundo todo, e ao mesmo tempo capaz de ignorar as suas próprias necessidades. Esse povo que descenderá de vagabundos, ladrões, estupradores, homossexuais, prostitutas e de criminosos de todas as espécies que virão de longe, nascerá desonesto. Milhões dessas pessoas se livrarão desse estigma maldito de origem durante a vida, e morrerão pobres, outras construirão reinados como do pó, da maconha, da pirataria, da contravenção, do estelionato, das invasões de propriedades, da jogatina, das falsificações, e de tantos outros. O povo será louco por futebol, apaixonado por carnaval, e viverá eternamente a espera do país do futuro, que perderá e não recuperará mais o status de nação, enquanto não trocar toda a sua casta política. Os oportunistas verão na política a grande chance de se darem bem, e saberão despudoradamente fazer conchavos de toda a natureza e como ninguém. Assim, as pessoas de bem terão aversão a política e dela se afastarão, deixando livre o espaço para os repugnantes, que comporão a pior classe política do mundo e de todos os tempos. No meio de tantos reinados de podridão, haverá um único Rei legítimo, que dará muitas alegrias ao seu povo, terá ele grandes habilidades dentro de uma modalidade esportiva, ainda a ser aperfeiçoada e melhor entendida por todos. Aí, assassinos guerrilheiros e assassinos militares aliados aos assassinos policiais, se matarão por muitos anos, e os sobreviventes serão anistiados e ainda serão indenizados, embora, as verdadeiras vítimas possam até ficar de fora na distribuição de vantagens e de justiça. Não haverá verbas para aumento de salários, aposentadorias, servidores do governo, nem para investimento na saúde, na segurança e outros seguimentos. Também não haverá verbas para pagamento de dívidas públicas mesmo quando alimentar, más, não faltará dinheiro para o pagamento de um número excessivo de desnecessários parlamentares, e de inúteis e excessivos cabos eleitorais sob a falsa rotulação de assessores. O dinheiro público circulará por cuecas e meias de políticos e de seus cabos eleitorais, e servirá para a compra da chamada maioria parlamentar na formação da base de governo, que lhe garantirá a realização de suas vontades, independentemente de serem elas racionais e justas. Haverá aí muitos partidos políticos, muitos sem cara e sem nenhuma identidade e constituídos para a locação, outros com gosto para transformar em pó, o patrimônio público. Aí, quem matar e for preso terá direito a auxilio reclusão, quem morrer em dificuldade, deixará os seus ao Deus dará. Haverá aí, presidência de tribunal de justiça que utilizará a verbas para o reajuste e pagamento de precatórios dos pequenos, para equiparar os vencimentos de seus magistrados aos dos juízes federais. A referida presidência utilizará a máxima nada se dá aos pequenos, para sobrar aos grandes. O legislativo deste país instituirá o calote legal, desobrigando o governo de pagar suas dívidas mesmo quando oriundas de alimentos, ainda assim, será tratado como um país sério, portanto, de baixos riscos para investidores. Portanto, a terceira besta não será uma pessoa, mas sim, a somatória de um conjunto de coisas estúpidas para qualquer outro povo, menos para aquele. Por último, vê se você não consegue identificar os noves pontos de identificação da referida Besta, já que há abundância dos mesmos. Grato. Abraços. Cândido.







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